18 de Fevereiro de 2010

Não caiam na farsa da OI TV

Arquivado sob: Catarse, Texto, Fornecedires de Merda — Paul @ 09:46

No final de janeiro deste ano (2010) a OI fez o primeiro contato, e ofereceu o serviço, no valor de 49,90 mensal. Garantiram que não haveria cobrança pela instalação e marcaram a data (que, obviamente, não foi respeitada)

Algum tempo depois apareceram dois técnicos, que se bateram a beça e acabaram indo embora sem concluir o serviço (embora tivéssemos inclusive a planta elétrica e de fios da casa em mãos). Prometeram voltar sem falta no outro dia.

No outro dia, pela manhã, um dos técnicos apareceu… Mas apenas para pegar a prancheta que havia esquecido. Segundo ele, a “equipe” de instalação estava vindo atrás. Afirmou que: -só haviam parado para abastecer o carro, mas já estão chegando.” Foi embora com a prancheta embaixo do braço, e nunca mais deu notícias. A “estória” da equipe que estava chegando era apenas uma mentira… Uma picaretagem para ir embora sem qualquer outra explicação.

Uma semana depois apareceu outro instalador, que não sabia nada dos dois primeiros. Segundo fiquei sabendo, alguns destes “técnicos” fazem diversas visitas, e só executam e anotam as extremamente fáceis. As outras, simplesmente deixam de lado; O objetivo: Preencher o maior número de visitas no relatório, cumprindo a cota e aumentando os rendimentos, em detrimento do cliente… A boa e velha “cultura corporativa”.

O segundo técnico, embora com boa vontade, não tinha equipamentos e material para as instalações (sequer conectores de parede, ou um testador digital de cabo). Ficou horas para conseguir instalar a antena sozinho, e no final (quase a noite) não conseguia passar o fio da antena para sala de televisão. Sugeriu instalar no terraço (primeiro quarto, que nunca é utilizado), para que eu depois solicitasse a mudança de ponto diretamente para OI. Garantiu que nenhuma taxa adicional seria cobrada (apenas se fosse feita a solicitação na primeira semana após a instalação). Aceitei.

alguns dias depois liguei para OI, para solicitar a mudança. Após uns 20 minutos, consegui falar com a atendente, que informou que haveria uma taxa adicional de R$80,00 pela mudança de ponto (não sem tentar passar aquela velha história de que APENAS a assinante poderia pedir a mudança de ponto). Reclamei, pois tal taxa (adicional) não havia sido informada pela OI, no primeiro contato, ou pelo tecnico, na instalação. A ligação caíu.

Liguei e e expliquei tudo novamente (+ 20 minutos), fui transferido (+10 minutos) e finalmente falei com a atendente Gislaine (+ 50 minutos (!!!), que anotou a reclamação e a quem solicitei a mudança de ponto (marcada para quarta-feira (dia 10/02/2010) pela manhã. Protocolo de atendimento: 201040557868

O “Serviço de Atendimento ao Cliente” ligou várias vezes, e em todas informou que o “tecnico” estava vindo. O prazo final seria 5a-feira, depois do carnaval, pela manhã (hoje). Tentei ligar pela manhã, sem sucesso… Ligo novamente as 13:06pm. Caio na URA. As 13:18 consigo falar com a atendente. Luciana. Explico a situação. A atendente escuta tudo, e no final diz que vai transferir a ligação. Depois de 5 minutos, cai a ligação.As 13:26 consigo ligação. Protocolo 201040671044. A atendente- Aridiane - informa que terá equipe disponível no sábado. Pergunto da que fora prometida pra hoje; A atendente não soube informar e disse que a empreiteira simplesmente cancelou a data (??) e não me informou (para que informar o palhaço que está aguardando o atendimento, não?) Peço que cancelem o contrato, em razão do péssimo atendimento (observem que a primeira fatura já veio e o serviço nunca foi utilizado (está instalado no quarto de hóspedes)). A atendente informa que o cancelamento irá custar R$220,27 (!!) Peço o nome da supervisora (Ana Carolina), mas a atendente informa que ela não irá (!!) entrar em contato.

Alguns dias depois apareceu um garoto que disse prestar serviço pra OI. Falou com a empregada, apenas deu uma olhada na instalação e disse que era impossível passar o fio para a TV de baixo (?). Informou que faria um relatório, para isentar o pagamento da multa, uma vez que o serviço nao havia sido completado e não era possível. Obviamente o garoto desapareceu, não houve qualquer cancelamento ou contato pela OI.

Dia 20/03/2010 - Chegou a conta de telefone. O servico nao foi cancelado e a cobranca pelo “serviço” foi de R$70,00 (o informado pelo telefone e contratado foi de R$49,90). Tento ligar, por diversas vezes, sem sucesso.

Dia 23/03/2010 - Tento ligar por 15x (!!). Em todas recebo o tom de ocupado. As 11:15 consigo, sou atendido pela URA, e fico 20 minutos em espera (escutando as propagandas que dizem como a OI é boa e legal). Cai a ligação.

12:01pm - Tento mais 8 vezes, até que sou atendido novamente pela URA. Aguardo novamente, com a gravação das gravações sobre programações da OI TV…. 12:10pm, caí de novo a ligação

12:14 - Ligo novamente. Novamente a URA atende. Desta vez tento no canal de aquisição de serviços. Sou atendido em 4 minutos (12:18pm). Atendente Cristiane. Protocolo de atendimento 201041098652 . Explico novamente o problema. A atendente não entende. Explico novamente, pelo menos uma 4 vezes. A mulher pergunta: “Então o senhor não tem a OI TV? Porque se tem, tem que pagar”. (!!) - Grito para que a criatura entenda que a instalação não foi concluída e que o preço de cobrança está errado. A “atendente” desliga na minha cara.

Aguardando cenas do próximo capítulo


17 de Fevereiro de 2010

A teoria motivacional do divertido

Arquivado sob: Texto, Dicas, Curiosidades — Paul @ 20:00

Há uns 260 anos o escocês, iluminista, filósofo e (porém) economista Adam Smith teve um insight genial, que resumiu e imortalizou na frase “não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu”auto-interesse“. Defendia o Liberalismo Econômico, onde a iniciativa privada deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental.

Bem, o “laissez faire, laissez passer” nasceu, cresceu e modificou-se (como preconizado desde o começo do século por Keynes, entre outros). Atualmente a ingerência do Estado ultrapassa a esfera econômica, bem como a de guardião do Estado-de-Direito. Admoesta ao direcionamento coletivo da atenção e ao exercício de uma espécie de “cidadania ecologica universal”. O indivíduo deve prestar atenção ao que chamam de “consciência mundial” (cuidando-se mais, prestando atenção ao meio-ambiente, reciclando, etc).

Neste ponto é importante relembrar a relação entre consciência e atenção:

“… a atenção é o estado intermediário entre consciência e ação, e ocorre quando determinado estímulo atinge determinados níveis de significado ao indivíduo”.

(por exemplo: Vc está na sala, consciente do ambiente que o cerca; em determinado momento a porta bate com o vento. O estímulo (sonoro) atinge níveis de significado em seu cerebro, direciona sua atenção para a origem do som e a ação de virar a cabeça é quase imediata) - Vd. A Economia da Atenção - Thomas A Davenport.


Dentro deste conceito sobre atenção é fácil compreender que a possibilidade punitiva é um fator determinante ao comportamento individual. Utilizar o cinto de segurança, não beber ao volante, não cortar arvores em lugares públicos - entre outros - são padrões de comportamento condicionados pela atenção aversiva ( ou seja, cuja motivação advém de evitar-se aquilo que é coletivamente considerado ‘ errado’ , chamando à atenção por meio do castigo).

Ocorre que, cada vez mais, existe uma especialização da natureza humana; Como nas colônias de insetos (abelhas e formigas, por exemplo), o indivíduo está cada vez mais especializado e atuante numa esfera específica (p.ex: não existe mais o clínico geral, mas sim o especialista, mestrado e doutorado na aorta coronária direita) - (ps. não admira que o tempo que um jovem leve para deixar a casa dos pais nos últimos anos tenha aumentado exponencialmente).

Observe-se que o comportamento é afetado na razão direta da evolução social de determinado nicho humano; Desta maneira, a punibilidade, eficaz em comportamentos que afetam o grupo, torna-se deveras intrusiva e inadequada a outras necessidades de condicionamento, que aparecem de maneira sutil ao melhor funcionamento de uma sociedade mais complexa e organizada; A atenção deve ser volitiva, com uma recompensa imediata àquele que assume a iniciativa de determinado comportamento sugerido pela coletividade, em determinado contexto. Estamos entrando no limiar da Teoria Motivacional do Divertido.

Nada ilustra melhor este conceito que as iniciativas públicas do pessoal do www.thefuntheory.com (embora eu tenha a impressão que o pessoal lá ainda não tenha se dado conta de ter estruturado uma nova teoria motivacional relacionada ao estímulo da atenção público condicionada).

Seguem alguns exemplos:

Incentivando a recolher latas de plástico


Incentivando as pessoas a usarem as escadas, economizando energia e fazendo exercícios




Fazendo com que as pessoas utilizem o lixo público

Inglês e Matemática gratuítos para crianças

Arquivado sob: Dicas, Curiosidades — Paul @ 13:14

Hoje tive que procurar os arquivos de audio do Kumon para minha filhinha, pois a criatura deu um jeito de quebrar o CD dela… Não consegui achar o que precisava, mas em compensação achei algumas dicas bem interessantes de outros métotos similares (ou melhores… Particularmente nao gosto muito do kumon), que além de tudo são gratuítos. Vale a pena da uma olhada:

Livemocha: Ok, não é novo e já postei por aqui… Mas dá suporte a 36 idiomas e tem um sistema de tutoria genial. Vale a pena dar uma olhada.

HappyChild: Uma série de links para projetos gratuítos de ensino, que vão de línguas à matemática.

Phoenix Academy: Tem uma versão gratuíta, com upgrade pago. Inglês para crianças de 3 a 15 anos.

Stabilo: Método completo de ensino, com apostila e acompanhamento. Excelente inclusive para professores de inglês que dão aula para crianças

Primarygames: Com maior ênfase em matemática, tem vários jogos para que a criança aprenda brincando (jogos para crianças da 1a a 4a série)


2 de Fevereiro de 2010

Supermercado com o marido

Arquivado sob: Bobagem, Piadas — Paul @ 05:38


1 de Fevereiro de 2010

Teste do Verdadeiro Amor!

Arquivado sob: Bobagem — Paul @ 13:32

Para você saber quem te ama de verdade, faça o seguinte teste:

1 - Tranque  seu cachorro e sua mulher  no porta-malas do carro.

2 - Aguarde exatamente uma hora

3 - Abra o porta-malas do carro.

4 - Veja quem estará feliz em te ver novamente.

……É impressionante!

‘Pré-sal’: Farsa ou propaganda?

Arquivado sob: Catarse, Texto, Reportagem, Notícia, Dicas, Curiosidades, Política — Paul @ 10:21

Poder Naval - Blog
Indicação do Leitor: F. Pohlmann

Carta de geólogo da Petrobrás põe em cheque capacidade da empresa e viabilidade das novas descobertas na ‘Amazônia Azul’

Senhores Deputados / Senhoras Deputadas.

vinheta-especialO uso intensivo da mídia pela PETROBRAS e pelo Governo Federal para vender a chamada descoberta de petróleo do século e a redenção do BRASIL é um caso típico de desserviço prestado ao BRASIL e ao seu povo, um país com problemas crônicos, principalmente na área da educação e da saúde, que clamam por solução de há muito, para que a Presidência da República coloque o Congresso Nacional contra os brasileiros e as futuras gerações, forçando-o a aprovar, em regime de urgência, um marco regulatório para a exploração de petróleo do PRÉ-SAL, que não serve para nada no momento, a não ser desviar a atenção da população de seus reais problemas.

É que toda e qualquer declaração atual sobre qualquer possível volume de petróleo descoberto no PRÉ-SAL não passa de pura especulação. Não existe no mundo ninguém e nenhum geólogo de petróleo em nenhuma companhia de petróleo, inclusive na PETROBRAS, que consiga chegar a um desses valores declamados em prosa e verso e provar que ele é verdadeiro. São somente estimativas, em virtude da falta de uma base confiável de parâmetros que permitam cubar qualquer reserva de petróleo dessa ordem de grandeza.

O conhecimento adquirido pela indústria do petróleo ao longo de mais de um século de exploração no mundo inteiro mostra ser muitíssimo pouco provável, ou melhor, impossível a existência de um lençol contínuo de petróleo como este anunciado para o PRÉ-SAL, devido a uma série de impossibilidades: físicas, químicas, biológicas e, principalmente, geológicas.

Deste modo, é uma falácia a afirmação de que temos um lençol de petróleo no PRÉ-SAL de tamanho 800km x 200km ao longo da Costa Leste Brasileira.

Portanto, este marco regulatório, que se tenta aprovar em regime de urgência, sem uma discussão ampla com a sociedade, é apenas a volta pura e simples, de forma disfarçada, ao monopólio estatal de petróleo; um verdadeiro desserviço que estão prestando ao BRASIL, um verdadeiro crime de lesa-pátria.

pre-sal

A PETROBRAS, literalmente de pires na mão, não está dando conta sequer do que foi planejado estrategicamente para se explorar acima da camada de sal, como poderia arcar com os investimentos no PRÉ-SAL, se estes realmente se viabilizarem, sabe-se lá quando? Com o marco regulatório aprovado do jeito que está sendo proposto, sem uma discussão ampla e profunda com todos os setores, não teremos nenhum aporte de capital estrangeiro, e não se explora e se produz petróleo, muito menos ainda no PRÉ-SAL, com bananas e tacapes e sim com muito dinheiro e muita tecnologia de ponta, e nós, simplesmente, não temos nem uma coisa nem outra, no momento.

Nossos técnicos são criativos, mas tecnologia de ponta nós não desenvolvemos, as nossas universidades não desenvolvem. Nós importamos os componentes e, com o jeitinho que nos é peculiar, montamos as ferramentas e os equipamentos e os operamos. Daí dizerem que dominamos a tecnologia para exploração em águas profundas.

Nada disso! Dominamos somente a parte operacional, porque toda a tecnologia é desenvolvida lá fora, por encomenda da PETROBRÁS, é claro, mas a tecnologia para fabricação de ferramentas e equipamentos para exploração e produção de petróleo em águas profundas nós não temos, não dominamos.

O ‘fracasso’ em Piranema

piranema_petrobras

Como se sabe, a pressa é inimiga da perfeição. A exploração do Campo de Piranema, em águas profundas do Estado de Sergipe, pode ser um bom exemplo para reflexão por todos nós. A pressa em se mandar construir no estrangeiro uma plataforma de “casco redondo” – a primeira do mundo na propaganda da PETROBRAS – a peso de ouro, quando se podia construir uma plataforma com o casco em outro formato qualquer em um estaleiro nacional, sem que o campo descoberto estivesse sequer parcialmente delimitado e o estudo da sua viabilidade econômica pudesse ser feito com mais segurança, parece não ter dado certo.

Em documento enviado a Procuradoria da República no Estado de Sergipe, e também encaminhado aos Senhores e Senhoras ( Oficio_SAJR-PR-SE_nº_70-2009), eu questionei, poucos anos atrás, a desnecessidade da construção da plataforma de produção antes da delimitação do campo com a perfuração de mais poços exploratórios, denominados poços pioneiros adjacentes e poços de extensão. E fiz esse questionamento com a minha experiência de cerca de 20 anos trabalhando na Bacia de Sergipe e Alagoas e de Pernambuco e Paraíba como geólogo de petróleo exploracionista da PETROBRAS, que me habilita a fazer declarações técnicas sobre tipos de acumulações existentes nessas Bacias, tipos de rochas reservatórios e seus mecanismos de produção.

A PETROBRAS, não sei por quais motivos, nunca veiculou para a imprensa e Bolsa de Valores, que as rochas reservatórios do Campo de Piranema eram pseudos turbiditos (corpos arenosos imersos numa gigantesca massa de folhelhos), com pressão anormalmente alta para a profundidade em que se encontram atualmente, o que podia caracterizar corpos de pequenas dimensões, e cuja produção logo entraria em depleção (S. f. Med. 1.. Redução de qualquer matéria armazenada no corpo. Aurélio). E parece ser o que já está ocorrendo, bem antes que o esperado.

Por gentileza, Senhores e Senhoras, leiam no texto a seguir a preocupação da bancada federal do Estado de Sergipe com a diminuição drástica da produção de petróleo no Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe:

[…] Parlamentares da bancada de Sergipe, por iniciativa do deputado Albano Franco (PSDB), se reuniram no fim da manhã desta quarta-feira, dia 26.08.2009, com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, para cobrar explicações sobre a paralisação da produção de Petróleo no campo de Piranema, localizado em Estância. “Os problemas seriam de ordem técnica. O senhor Gabrielli nos garantiu que a produção será retomada até o início do mês de setembro”, disse o deputado José Carlos Machado (Democratas-SE) ao sair do encontro.

A produção no campo de Piranema foi paralisada há 15 dias sem que o prefeito do Município de Estância, Ivan Leite, ou mesmo a população obtivesse qualquer explicação sobre o ocorrido. O deputado José Carlos Machado, que discursou sobre o assunto nesta semana no Plenário da Câmara dos Deputados, lembrou do grande investimento feito para iniciar a prospecção de petróleo no campo de Piranema e reclamou da gradativa diminuição do repasse dos royalties ao município. “Houve um investimento de cerca de 500 milhões de reais para colocar esse campo em operação, informação anunciada com toda a pompa possível pelo presidente Lula da Silva em 2007, durante a inauguração. Recentemente, me foram apresentados dados que mostram que o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil.. Quem sofre com isso? A população, é claro”, afirmou [….]

A PETROBRAS pode até afirmar que a suspensão da produção foi de ordem técnica, mas fica uma dúvida no ar: falha com os equipamentos dos poços em produção no fundo do mar ou os reservatórios são mesmo limitados e não conseguem mais manter a produção inicial do Campo de Piranema?

A verdade é que a produção não foi interrompida abruptamente e sim veio caindo ao longo dos meses, como mostra parte final do texto acima: “[…] o município de Estância arrecadou em setembro de 2008, de royalties referentes à produção de Piranema, mais de R$1,4 milhão. Em janeiro deste ano, houve uma queda de 75%, e o município recebeu somente R$ 304 mil. Em junho passado, o total arrecadado foi de apenas de R$ 133 mil. […]”.

Portanto, infelizmente, tudo indica que os poços ora em produção no Campo de Piranema já entraram em depleção acentuada. Resumindo: para atingir e manter a produção de 10.000 barris diários no Campo a PETROBRAS terá que perfurar e colocar muitos poços em produção em muito pouco tempo – o que não é logisticamente recomendável nem possível (faltam plataformas de perfuração no mercado) – o que esgotaria as reservas do campo mais rapidamente ainda, evidenciando a total desnecessidade da construção da tão imprescindível plataforma de casco redondo, a toque de caixa e repique de sino, nas últimas eleições, como se o seu formato fosse realmente determinante para a extração do petróleo, o qual se encontra nos reservatórios há milhões de anos.

Sendo assim, e voltando ao marco regulatório do PRÉ-SAL, solicito aos Senhores Senadores e Senhores Deputados, Senhoras Senadoras e Senhoras Deputadas, com o pensamento voltado exclusivamente para o bem do BRASIL e de nossas gerações futuras, que deixem para analisar o marco regulatório depois das eleições de 2010 e que discutam isso até a exaustão com toda a sociedade, porque é a única coisa sensata a se fazer no momento: O PETRÓLEO DO PRÉ-SAL É A ÚLTIMA FRONTEIRA.

Por favor, Senhores e Senhoras, não permitam que essa pressa injustificável transforme as descobertas do PRÉ-SAL em algo semelhante ao desastre que está se delineando para o Campo de Piranema, em águas profundas de Sergipe.

Atenciosamente.

Ivo Lúcio Santana Marcelino da Silva

FOTOS: Presidência da República e Petrobras

Sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro, e você compra regularmente?

Arquivado sob: Catarse, Texto, Bobagem, Dicas, Curiosidades — Paul @ 09:24

Sinceramente, não sei se o cálculo desse exemplo abaixo está correto, mas outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem ( saquinho ) do produto, contendo 3g , ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g . Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ??

Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam ” espertamente” desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.

Acho que todos os fabricantes e comerciantes, deveriam ser obrigados por lei ( mais uma ??? ) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.

http://eduardostuart.files.wordpress.com/2009/02/roubo-o-que-fazer-mao-armada.jpg

VEJAM O ABSURDO
Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
Veja o que estão fazendo conosco.
Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e
facilidade das novas impressoras.

Aí, veio a “Grande Sacada” dos fabricantes:
oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode
custar mais do que a própria impressora.

Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00…
A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido).

Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica.
Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser “tecnologia de ponta”.
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!

A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5 ml = 181 cartuchos R$ 75,00 = R$ 13.575,00.

Veja só: R$ 13.575,00, por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:

- 300 gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42′;
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB.

Ou seja, um assalto!

20 de Janeiro de 2010

Supermercado com o marido

Arquivado sob: FromEmail — Paul @ 17:20


29 de Dezembro de 2009

Feliz ano novo… Porque o Natal já era.

Arquivado sob: Bobagem, Vídeos, cartoons, Piadas — Paul @ 12:43

17 de Dezembro de 2009

Nível de testosterona é ligado à generosidade masculina

Arquivado sob: Texto, Reportagem, Curiosidades — Paul @ 14:40

Fonte: Paraná On-Line

Quanto mais músculos, menor é a generosidade. Pelo menos é o que sugere dois estudos recentes feito por pesquisadores da Whittier College e da Universidade Claremont, na Califórnia (EUA). Segundo os cientistas, a alta
quantidade do hormônio masculino testosterona influencia no comportamento mesquinho dos homens.

http://www.zaroio.com.br/i/o/20060824025036.jpg

Para realizar as análises, tubos de gel contendo testosterona e placebo foram distribuídos a 25 estudantes universitários. Após aplicar a substância na pele, os voluntários receberam 10 dólares e tinham de oferecer qualquer quantia do dinheiro a outro participante. Quem recebesse o dinheiro deveria dizer se considerava ou não a doação justa. Caso não achasse, ambos ficariam sem o dinheiro.

Segundo os pesquisadores, o gel com testosterona reduziu em 27% o nível de generosidade dos participantes, com as doações girando em torno de US$ 1,57 e US$ 2,15. Os produtos que apresentavam maior quantidade de testosterona influenciaram ainda mais os participantes, que ofereceram quantias mínimas, como US$ 0,55.

Além disso, os pesquisadores afirmam que a quantidade do hormônio também influenciou os universitários que recebiam o dinheiro. Quantias abaixo de US$ 4 foram rejeitadas por quem utilizou o gel com testosterona. Já os que utilizaram placebo rejeitaram quantias abaixo de US$ 2,15. A explicação para os resultados, de acordo com os pesquisadores, a testosterona bloqueia a ação da oxitocina no cérebro, o chamado hormônio do amor, que está associado a níveis mais altos de generosidade.

Opinião do Editor do Blog

Particularmente acredito que seja uma simplificação do processo antropomórfico daquilo que ocasiona a generosidade, cuja função e origem são diferentes daqueles ocasionados pelo afluxo hormonal, masculino ou feminino. Obviamente um aumento imediato de testosterona está associado a um processo neuroquímico relativo à sobrevivência ou competitividade (com liberação adicional de citosina e adrenalina)); ambos completamente antagonicos à generosidade. Isto não significa, no entanto, que homens com mais testosterona sejam menos “generosos” ou mais “mesquinhos”.

Na verdade uma das características dos machos “alpha” é uma a maior concentração de testosterona e, por seleção natural, tem como reflexo sua linhagem associada a ascendentes (XX) com maiores habilidades sociais e caracterísiticas confluentes à empatia comportamental (das quais a generosidade (o outros fatores relacionados à oxitocina))

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