Reinold Stephanes Jr. detona o PT e fala em plenário verdades que o governo abafa
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Fonte: Olhar Digital
Se você pensa que as imagens em 3D foram inventadas recentemente por meio de ferramentas super avançadas, saiba que está enganado. Os primeiros registros de experimentos com fotos em três dimensões surgiram em 1840. A tática utilizada pelo inventor era a seguinte: fotografar o mesmo objeto com duas câmeras simultaneamente, e visualizá-las bem de perto com uma espécie de binóculo especial. O binóculo faz com que cada olho enxergue apenas uma imagem, e o resultado é essa sensação de profundidade.Essa técnica é chamada de “estereoscopia”. Com o uso do computador ela ganhou movimento e um formato mais convincente. Os binóculos de antigamente foram aposentados e agora um GIF animado contendo as duas imagens sobrepostas consegue enganar o cérebro facilmente. Esse processo é a ilusão de uma imagem 3D a partir de um par de fotos em duas dimensões. Este site aqui, por exemplo, reúne diversas fotografias antigas do Japão que foram transformadas em 3D. Apesar de simples, o efeito realmente dá a sensação de profundidade nas imagens. E há muitos outros exemplos publicados em diversos sites pela web. A foto do menino brincando no balanço é uma das mais bem feitas que encontramos. Outra imagem que chama a atenção pelo grau de realismo é esta aqui: o movimento de estereoscopia dá a impressão de que a água da piscina realmente está espirrando para os lados.Se você gostou desse tipo de foto, acesse os links acima e veja mais exemplos. E separamos também um vídeo no qual ensinamos você a fazer um GIF animado.
Links desta matéria:
Pink Tentacle Stereo
Stereo Wiggle Well
Crie vídeos montagens e gifs animados com suas fotos
fonte:www.geek.com
Por Fabiana Baioni
Nem só de smartphones vive a tecnologia atual. Aqueles aparelhos celulares antigos, que contam apenas com funções como mensagem de voz e texto, estão revolucionando a economia de países como o Quênia, África do Sul e Japão.
Trata-se do mobile money (dinheiro móvel, em uma tradução livre), serviço que tem facilitado, e muito, a vida de milhares de usuários de telefonia celular GSM.
O moblie money permite que pessoas que não possuem conta bancária ou cartão de crédito possam guardar, receber ou enviar dinheiro pelo celular, utilizando apenas o sistema SMS e transformando o aparelho em uma espécie de “carteira eletrônica”.
De acordo com o site New Scientist, a Safaricom , maior empresa de telefonia celular do Quênia, desenvolveu o sistema M-Pesa que, atualmente, possui mais de 8 milhões de usuários.
O Pesa disponibiliza agências em diversos pontos das cidades. Seus usuários fazem uma espécie de depósito em dinheiro, que é convertido em mobile money e disponibilizado em sua conta de celular. A partir daí esse dinheiro pode ser transferido para qualquer pessoa via SMS. Caso o usuário não possua uma conta de mobile money, ele pode chegar até uma dessas agências, entregar o cógido de texto recebido via SMS e trocar pela quantia determinada.
Para maior segurança daqueles que utilizam esse sistema, o acesso ao dinheiro via SMS só é permitido após a inserção de um número e uma senha pré-determinados. Isso garante que as quantias permaneçam salvas mesmo que o celular seja perdido ou roubado.
Segundo a Reuters, no Japão, pioneiro nesse tipo de tecnologia, existem cerca de 55 milhões de telefones celulares atuando como “carteira eletrônica”, e o mercado de mobile money cresce cerca de 70% ao ano. A estimativa é de que em 2012, 190 milhões de pessoas sejam usarias desse sistema.
Ainda segundo a Reuters, para Marcus Persson, analista da Berg Insight – empresa especializada em soluções para companhias de telecomunicação – “os aparelhos celulares estão em posição privilegiada para tornarem-se o principal canal digital para os prestadores de serviços bancários e financeiros nos mercados emergentes”. E, embora grande parte da Europa e Estados Unidos utilizem o acesso a conexão de internet rápida para operações bancárias on-line, a Berg Insight acredita que ferramentas wireless como o bluetooth ajudem na propagação do sistema mobile money.
infelizmente, soropositivo.
Tenho 3 irmãos: um é gay e atleticano, o outro foi
condenado a 22 anos de prisão por homicídio qualificado, e
uma irmã prostituta. Minha mãe morreu de overdose quando eu
tinha 3 anos. Meu pai nos abandonou após a morte da minha
mãe e vende drogas num bairro degradado da cidade.
Recentemente, conheci uma garota que acabou de sair de um reformatório
por ter tentado afogar o seu filho recém-nascido.
Amo essa garota e quero construir uma relação estável com ela.
Para que possamos ser felizes só concebo uma relação
transparente e de amor verdadeiro.
A minha dúvida é:
Devo falar a ela que tenho um irmão atleticano?”
Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Fazia parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, organizado pelo Padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, juntamente com mais de 30 jovens.
O símbolo do grupo, ironicamente idealizado por Mário, era uma rosa e um violão.Por ser muito prestativo e preocupado em ajudar as pessoas, principalmente crianças e necessitados, foi apelidado de Kuka, pelos demais participantes do grupo.
Mário estava com 19 anos e prestava o serviço militar. Estava incorporado na 5ª Cia. de Fuzileiros do 2º Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares, em Quitaúna.
Na madrugada de 26 de junho de 1968 estava no quartel, em serviço, quando ouviu um tiro, disparado pelo soldado Rufino, que fazia a guarda externa do quartel. Saiu para ver o que se passava e foi informado pelo soldado Rufino que o tiro foi para cima, para advertir um automóvel que, em alta velocidade, rompeu a barreira da área proibida ao tráfego de veículos. O motorista do automóvel deve ter se assustado e colidiu com um poste. Mário, preocupado em ajudar possíveis feridos, foi até o mesmo. Ao se aproximar do automóvel acidentado, um outro automóvel passa pelo local e seus ocupantes lançam sobre o automóvel acidentado uma bomba de grande poder destrutivo.
Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo foram lançados em todas as direções.
Um dos ocupantes do segundo automóvel era Dilma Rousseff.
Não consigo entender como é possível uma assassina permanecer solta e ainda chega aonde essa mulher chegou. Dilma e outros criminosos e assassinos, que deveriam estar nas penitenciárias, relaxam e gozam sem quaisquer preocupações, enquanto os ladrões de galinhas sofrem severas penalidades
.Agora, a exemplo do que fizeram com Lula, os marqueteiros vão tentar vender a imagem de paz e amor dessa assassina.
Ainda assim, enquanto eu viver, não me calarei, até que todos saibam.

Fonte:Blog Novo Tempo
Autor: Cesar Vasconcellos de Souza
Diferentes hipóteses científicas sugerem o que ocorre no cérebro da pessoa quando se apaixona por outra. A neuroquímica do amor provoca comportamentos irracionais como os dos apaixonados que fazem loucuras em nome da paixão. Estes agentes neuroquímicos agem de forma semelhante ao que ocorre quando a pessoa está sob o efeito de drogas como a cocaína. Depois passa, pode vir outro estágio melhor, maduro, ou não.
Cientistas verificaram que a dopamina, oxitocina, vasopressina e a feniletilamina (PEA) são substâncias envolvidas na química da paixão. Helen Fisher, pesquisadora da Rutgers University publicou um livro em 2004 chamado “Why We Love: The Nature and Chemistry of Romantic Love” (“Por que Nós Amamos: A Natureza e a Química do Amor Romântico”), no qual ela apresenta a teoria de que a dopamina está elevada na paixão romântica e diminuída na rejeição amorosa. Ela cita referências de estudos realizados com pessoas e animais, e mostra que há um paralelo muito forte entre comportamentos, sentimentos e substâncias químicas ligadas ao amor romântico e àqueles associados à dependência de drogas. Assim como o alcoólico, por exemplo, se sente compelido a beber, a pessoa apaixonada chora dizendo que irá morrer sem seu (a) amado (a).
Como é que pessoas adultas, inteligentes ficam presas a paixões irracionais? Esta química complexa no cérebro explica em parte isso. Mas há algo mais profundo. Evidências de estudos mostram que quando os relacionamentos se aprofundam, a paixão diminui. O efeito da droga passa, e a realidade do amor maduro pode surgir.
Andréas Bartels e Semir Zeki da University College, em Londres, no ano 2000 localizaram uma área no cérebro que é ativada pelo amor romântico. Eles examinaram estudantes que disseram estar muito apaixonados, fizeram ressonância magnética de seus cérebros, localizando uma pequena área muito ativada, diferente da que era ativada quando há só amizade normal. Viram, também, que esta área era diferente da ativada quando a pessoa sente outras emoções, como medo e raiva.
As regiões do cérebro ativadas pelo amor romântico são também responsáveis pela euforia induzida por drogas como a cocaína. O cérebro das pessoas apaixonadas, o estudo mostrou, não parece com o das pessoas experimentando sentimentos fortes, mas como o das que cheiram cocaína. A conclusão dos cientistas é que a paixão usa mecanismos do sistema nervoso que são ativados durante o processo de formar uma dependência química (adicção). Daí o Dr.Larry Young, pesquisador na área de ligações sociais na Emory University, em Atlanta, na Geórgia, falando das pessoas apaixonadas, disse: “Nós estamos literalmente adictos (drogados) ao amor.”
Helen Fisher sugere que o amor, sob o ponto de vista neurobioquímico, ocorre em três “sabores”: sensual, romântico e de longo relacionamento. Há uma sobreposição neles, mas estes existem separadamente segundo os sistemas emocionais, motivacionais e neuroquímicos.
O primeiro, claro, envolve uma fissura por sexo, e Jim Pfaus, psicólogo da Concórdia University em Montreal, diz que ocorre algo semelhante ao estado induzido pela ingestão de opiáceos. Aumenta o nível de serotonina, oxitocina, vasopressina e opiáceos endógenos (fabricados naturalmente pelo corpo e equivalentes à heroína). Estes químicos servem para relaxar o corpo, produzir prazer e saciedade.
Em seguida, vem a atração romântica, a paixão ou “amor obsessivo”. Parece ser uma evolução da atração sensual que focaliza em uma pessoa específica. É um estado caracterizado por sentimentos de estimulação e intrusão, além de pensamentos obsessivos para com o objeto da paixão. Alguns autores sugerem que este é um estado mental que compartilha características neuroquímicas semelhantes às que ocorrem na fase eufórica ou maníaca da Desordem Afetiva Bipolar. Dra. Fisher sugere que parece com algo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo.
Os estudos mostraram que a paixão, por ser instável, não é uma boa base para educar ou criar filhos. Mas, sim, o final estágio que pode vir após a atração sensual e a paixão, o terceiro tipo estudado pela Dra. Fisher, o amor de longo relacionamento, que permite aos pais poderem fazer um bom trabalho na criação dos filhos. Este estado, segundo ela, é caracterizado por sentimentos de calma, segurança, conforto social e união emocional.
Quando alguém é movido pela paixão pode fazer muita besteira: destruir vidas, envolver-se em situações de adultério, às vezes, complicados, romper com sua família, tudo em nome de uma química disparada por decisões pessoais complexas que não tira da pessoa apaixonada a capacidade de escolher e tomar uma decisão racional. Nesse caso, de histórias tristes motivadas pela sensação do amor romântico, com rompimentos de relacionamentos familiares, a paixão é também uma droga.
Há uma diferença entre paixão e atração. Quando uma pessoa se sente atraída por outra, num primeiro momento ela sente que algo tocou em suas emoções ao observar aquele indivíduo. Surge uma atração. Dependendo do que ela fará com a primeira atração, poderá surgir ou não a paixão. Um primeiro olhar, a tentação, não é o problema principal. Tudo depende do que a pessoa fará em seguida em sua mente e, depois, no contato social.
Fábia (nome fictício) não se sentia amada por seu marido há muito tempo. Sendo uma pessoa fechada, ela não abria isso para ele. Em parte cria que as coisas poderiam ser resolvidas com o tempo, ou com poucas e não específicas reclamações. Nada mudou. Em seu trabalho havia um colega que ao elogiá-la, despertou pouco a pouco um sentimento de apreciação que ela tanto esperava do marido. Fábia tinha muita dificuldade de abrir o coração, e com isso seu marido não “adivinhava” o que ela precisava. O tempo passou e ela se sentiu fortemente atraída pelo colega do trabalho. A paixão tomou conta de sua mente e ela deixou seguir livremente em seus pensamentos.
Sentir falta de carinho, valorização, companhia, diálogo no casamento não é justificativa para a infidelidade. Explica, mas não justifica. Fábia traiu seu marido em termos afetivos. A carência que ela já havia trazido para dentro do casamento, mais a falta de manifestação de afeto por parte do marido, e os elogios do colega de trabalho foram suficientes para ela se apaixonar por ele e ficar fria e ríspida com o marido.
Um ano e pouco depois desse “namoro” extraconjugal, algo começou a acontecer com Fábia e o colega. Surgiram problemas entre eles. Ela começou a ver que ele também tinha algumas dificuldades. E rompeu. Seu marido ficou sabendo da situação e abalou-se muito. Receberam ajuda com aconselhamento matrimonial, e agora estão bem melhor no casamento com perspectivas de bom amadurecimento como casal.
A atração vira paixão quando a pessoa se deixa levar pela emoção, quando nutre o sentimento, quando não coloca nenhuma barreira para ele em sua mente. Daí fica difícil romper e administrar esse afeto tão forte, que pode virar uma obsessão.
Uma pessoa casada pode ter um primeiro olhar de atração, mas pode ficar só nele e nada mais. Ou pode ir adiante, se ela alimentar o pensamento e o sentimento em seu coração. Há uma diferença entre ser tentado e cair em tentação. A paixão ocorre quando a pessoa já se deixou levar pela imaginação, nutriu sentimentos para com a outra pessoa, então fica presa.
A razão é uma função executiva da mente humana e deve ser usada para auxiliar na administração dos sentimentos. Forte e madura é a pessoa que aprendeu a lidar com suas emoções de uma maneira que pode ter os sentimentos, mas que não deixa que eles a tenham.
Dicas da Glorinha Kalil
Para as Mulheres:
© Nunca, em hipótese nenhuma, use calcinha furada.
© No dia em que você sair com aquela calcinha mais fuleira, pode ter certeza que vai ser o dia
que você vai tirar o pé-da-lama!
© Não faça performances que você não sabe. Tentar coisas novas é bom, mas transar em cima do
lustre não fica legal.
© Depile-se. Se vira… Ande com gilete na bolsa… Fique a melhor amiga da depiladora…
e mantenha as partes em ordem.
© Não fale : “- Tira a mão daí!!” Se você está na chuva, se molhe.
© Homem não gosta de transar de luz apagada.
© O cara quer virar e dormir? Qual o problema? Vire e durma primeiro que você vai ver só a
repercussão que isso causa na mente alheia.
© Cuidado. Gemer é uma coisa. Mugir, latir é outra.
Para os Homens:
© Se já inventaram o gel lubrificante , use-o. Nada de tentar comer a bundinha da sua namorada
à seco ou com os derivados do leite… Como por exemplo: requeijão, yogurt, sorvete, Leite de Aveia
Davene, ou qualquer outra coisa. Tem KY pra vender na farmácia do lado da tua casa.
© Porque os homens sempre coçam o saco? Parem de coçar e lavem ele. Saco fedido é o ‘ó’.
© Não transe de relógio. Não é nada legal tomar uma relojada na cabeça.
© Os psicólogos sempre dizem que nós somos aquilo que nós acreditamos ser.
Se você tem um pinto pequeno… Você pode achar que ele é grande…
Se você acredita nisso, problema é seu.
Não tente me convencer disso, porque é inútil.
© Uma palmadinha é sempre bom. Porém, tenha noção das paradas.
Um tapinha é diferente de uma pancadaria.
© Acúmulo de ar na perereca é normal. Sem critério é dizer: ‘Amor, sua perereca está peidando!’.
© Tome cuidado com o que vai falar e a hora que isso é dito. Um clima de amor, remember ….
Eu te amo pra lá… Eu te amo pra cá…
E de repente, do nada: ‘Chupa meu pau!’
Isso não é legal.
© Peidou? Ria… Porque vai feder de qualquer jeito