Enquanto isto, em Curitiba….
Fonte: Paraná Online
O antes chamado de Project Hostile Intent (Projeto Intenção Hostil) tem como
objetivo ajudar o pessoal da área de segurança a detectar quem deve ser
escolhido para ser gentilmente revistado ou questionado.
O nome atual do projeto é programa Future Attribute Screening Technologies -
FAST (Tecnologia de Classificação de Atribuição Futura, em tradução livre) e a
tecnologia parece promissora.
Foi solicitado para que 140 voluntários passassem entre um par de trailers
carregados com uma bateria de sensores FAST que incluem câmeras, sensores de
calor infravermelhos e um radar laser chamado Bio-Lidar, que mede o pulso e a
respiração à distância.
Foi solicitado para alguns dos voluntários agirem de maneira evasiva,
instável, enganadora e hostil. Muitos foram detectados. “Nós ainda estamos nos
estágios iniciais desta pesquisa, mas [a tecnologia] parece muito promissora”,
disse John Verrico, porta-voz científico do DHS. “Nós chegamos a 78% de precisão
na detecção de má intenção e em 80% dos enganadores.”
Isso parece incrivelmente alto para estágios iniciais de pesquisa, mas apenas
testes em vastas quantidades de pessoas reais, ao invés de voluntários, será uma
amostragem ideal.
Também há questões relativas à segurança do sistema, pois os sensores
poderiam revelar condições de saúde como sopros cardíacos, problemas
respiratórios e nível de estresse, o que seria uma invasão de privacidade. Mas
John disse que o FAST está sobre restritos controles de privacidade e que os
dados nunca seriam ligados a nenhum nome. Será apenas usado para tomar a decisão
se a pessoa deve ser questionada e, em seguida, os dados serão descartados.
A tecnologia atual foi instalada em trailers para que possa ser facilmente
transportada de maneira que o FAST possa ser alocado em eventos de esporte,
música, etc. quando necessário. O objetivo é que eles se tornem comuns neste
tipo de evento coletivo.
Mas será que fará mesmo diferença? Ou os bandidos irão aprender a superar o
sistema? Se pensarmos que a FAST não é muito diferente dos antigos e pouco
confiáveis polígrafos, isso é certamente plausível.
CAPITALISMO IDEAL
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles
se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se… rico!
CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas. Vende uma e força a
outra a produzir leite de quatro vacas e fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO FRANCÊS
Você tem duas vacas. Entra em greve porque
quer três.
CAPITALISMO CANADENSE
Você tem duas vacas. Usa o
modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo
brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo
francês.
CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas, né?
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam
20 vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e os vende
para o mundo inteiro.
CAPITALISMO ITALIANO
Você tem duas vacas.
Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
CAPITALISMO
BRITÂNICO
Você tem duas vacas. As duas são loucas.
CAPITALISMO
HOLANDÊS
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e
tudo bem.
CAPITALISMO ALEMÃO
Você tem duas vacas. Elas produzem
leite pontual e regularmente, segundo padrões de quantidade, horário estudado,
elaborado e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que
você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO
Você tem
duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de
novo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
CAPITALISMO SUÍÇO
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você
cobra para guardar a vaca dos
outros.
CAPITALISMO PORTUGUÊS
Você tem duas vacas… E reclama porque seu rebanho não cresce…
CAPITALISMO CHINÊS
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando
leite delas. Você se gaba muito de ter pleno emprego e uma alta produtividade. E
prende o ativista que divulgou os
números.
CAPITALISMO HINDU
Você tem duas vacas. Ai, de quem tocar nelas.
CAPITALISMO
ARGENTINO
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a
mugirem em inglês… As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o
churrasco de fim de ano ao FMI.
CAPITALISMO BRASILEIRO
Você tem
duas vacas. Uma delas foi roubada (e a polícia não conseguiu resolver o caso). O
governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela posse de Vaca. Um fiscal vem
e lhe autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a
CCPV, o valor
era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita
Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo,
sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da
encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso
mesmo…
Navegando na internet ví este vídeo. É uma experiência que simula a ação do cigarro em um fumante, mostrando os resíduos que ficam no pulmão após a ingestão de 400 cigarros (dois por dia durante uns 7 meses, por exemplo).
Taí um vídeo interessante para enviar para aquele viciado desvairado ou mesmo para aquele que fuma, mas acha que fumar pouco é menos prejudicial.
Tungado do Blog Geek Si14
Nessa
experiência, fizemos uma pilha elétrica de limão e com ela, alimentamos
um relógio digital de pulso. O experimento pode ser feito em pouco
tempo (menos de duas horas) e não requer materiais complicados.
História
Tudo começou com um físico italiano chamado Alessandro Volta
(1745-1827) que fazia testes com diferentes tipos de metais colocados
em taças de vinho. Volta descobriu que dependendo da combinação dos
metais no vinho, ele poderia obter diferentes grandezas de tensão
elétrica. Mais tarde, ele substituiu o vinho por ácido e a tensão
obtida foi ainda maior. Empilhou esses metais intercalados com feltro
embebecido em ácido e estava inventada a pilha elétrica.
O Experimento
O que fizemos aqui foi uma reprodução da pilha elétrica de Volta,
obtendo diferença de potencial elétrico (tensão) e alimentando um
relógio digital de pulso com a pilha de limão. Aqui vai o material
necessário:
Passo 1 - Preparando o Relógio
A primeira coisa a fazer é preparar o relógio para a experiência.
Abrimos o relógio com uma chave de fenda e retiramos o “mecanismo”. Na
parte de trás desse mecanismo, fica a pilha que alimenta o relógio.
Retiramos essa pilha e substituímos por dois fios.
É importante observar a polaridade do mecanismo e da pilha. Nesse
caso (e creio que em quase todos os casos), o polo positivo fica na
carcaça (parte de metal que fica atrás do mecanismo) e o polo negativo
da alimentação fica do lado oposto. Na foto abaixo, o fio do lado
esquerdo liga o polo positivo e o do lado direito liga o negativo.
Passo 2 - Abrindo o Capacitor
Como foi citado anteriormente, para esse experimento utilizamos
cobre e zinco. Obtemos o cobre utilizando uma moeda de cinco centavos
(Tiradentes). No caso do zinco, aproveitamos de um velho capacitor
eletrolítico, que possui o zinco em forma de folha enrolada. Para abrir
o capacitor, foi utilizado um alicate comum, apenas.
O capacitor eletrolítico possui duas lâminas de metal enrolado sobre
um papel embebecido em uma substância oleosa. Esses metais normalmente
são o alumínio (mais claro) e o zinco (mais escuro). Desenrolando o
material e utilizando uma tesoura comum, fica fácil obter um pedaço de
zinco. Algumas variações dessa experiência costumam utilizar um prego
no lugar da chapa de zinco.
Passo 3 - Fazendo a Pilha
No polo negativo do fio do relógio, fixamos a placa de zinco. No polo positivo, enforcamos o Tiradentes
.
Nesse experimento, como obtemos apenas cerca de 0.4V de cada
conjunto limão+cobre+zinco, tivemos que utilizar 3 limões ligados em
série. O relógio então funcionou normalmente com os 1.259V gerados
pelos 3 limões.
A tensão obtida pode depender dos metais utilizados, da quantidade
de suco dentro do limão, do tipo de limão e da maneira com que esses
metais são inseridos na fruta. Existem variações dessa experiência
onde pode-se encontrar combinações com alumínio no lugar do cobre e
utilizar outras frutas e tubérculos no lugar do limão, tais como
abacaxi, laranja, banana ou batata.
O programa inglês “Britain´s Got Talent” é mais ou menos como o “ìdolos” ou o “astros” aqui no brasil: Três jurados divertem o público ao selecionar (e avacalhar) os candidatos menos toscos para um concurso de música. Neste tipo de programa o legal mesmo são os candidatos bizarros, cuja execração pública é garantia de muitas risadas e grande ibope para transmissão televisiva.
Neste contexto, Paul Potts parecia ser um prato cheio: Baixinho, gordinho e vestido com um terno barato se apresentou - suando a beça e com cara de choro - na frente dos jurados e para uma plateia cheia no palco do Cardiff´s Millennium Centre. Paul, que até então era vendedor de celulares, jamais tinha se apresentado para qualquer tipo platéia. Com baixíssima alta estima e vitimizado desde pequeno (por outros garotos que o achavam ridículo), Paul - conforme contou mais tarde - quase não entrou no palco.
As coisas ficaram mais interessantes quando os jurados perguntaram o que Paul viera fazer alí; Com ombros encolhidos e sem dúvida querendo fugir de lá, ele timidamente respondeu: “-cantar ópera”. Neste momento os jurados se entreolham com desdém e os olhos de Paul lacrimejam. Certamente pelo misto de humilhação, medo e ansiedade. Então ele começa cantar. Observe a reação dos jurados à Nessun Dorma de Potts.
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E agora, Joseph?
A confiança acabou,
O Lemmon Brothers quebrou,
O dinheiro sumiu,
O consumo esfriou,
E agora, Joseph?
E agora, você?
Você que é o Banco,
que rouba dos outros,
você que especula,
que lucra e empresta,
e agora, Joseph?
Com a chave na mão
quer abrir o cofre,
não existe cofre;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para outro emprego,
Emprego não há mais.
Joseph, e agora?