17 de Julho de 2007

Microsoft - No more keyboards

Arquivado sob: Notícia, Produto, Tecnologia, Curiosidades — Paul @ 19:07

É, a tecnologia é bem bacana, mas é triste constatar que a Microsoft está levando crédito pela criação de outra pessoa… A maior parte das inovações apresentadas pela Microsoft (como sendo dela) são de autoria de Jeff Han, e foram apresentadas em em Monterey, CA, em fevereiro de 2006. A apresentação pode ser vista aqui.

De qualquer forma, esta usurpação da criação alheia não é de surpreender… O “DOS” foi usurpado da Digital Research (qua faliu algum tempo depois), o Windows é uma cópia mal ajambrada do Sistema Operacional do Macintoch da Apple. Sistema que foi usurpado da Xerox pelo Steve Jobs e sua trupe, a quem o próprio Bill Gates esteve filiado nos primordios do Computador Pessoal.

Triste, triste.

14 de Julho de 2007

A saga dos abraços gratis

Arquivado sob: Bobagem, Informação Inútil, Curiosidades, Vídeos — Paul @ 21:37

Um vídeo sobre um história real que aconteceu nos EUA, um rapaz distribuía abraços grátis para qualquer um que quizesse apenas um abraço. A polícia o baniu das ruas, fazendo-o buscar 10,000 assinaturas para que pudesse continuar dando seus abraços.

O vídeo é ótimo, ele começa em preto e branco e depois do primeiro abraço fica colorido.
Assista o vídeo com o áudio ligado, fica bem mais legal.

Dica do Zé Manuel… Valeu Zé.

Seu Gregório e o Juiz Porreta

Arquivado sob: Catarse, Direito, Curiosidades — Paul @ 21:33

O Exmo. Magnífico Porretíssimo Gerivaldo Alves Neiva é Juiz de Direito na Bahia mas deveria ser alçado a Imperador. Vejam que sentença magnífica contra a Siemens ele escreveu. É delicioso, prova de que nem textos legais conseguem ser chatos, se escritos com gosto.

Processo Número: 0737/05

Quem pede: José de Gregório Pinto
Contra quem: Lojas Insinuante Ltda, Siemens Indústria Eletrônica S.A e
Starcell

Ementa:
UTILIZAÇÃO ADEQUADA DE APARELHO CELULAR. DEFEITO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DO FABRICANTE E DO FORNECEDOR.

Sentença:

Vou direto ao assunto. O marceneiro José de Gregório Pinto, certamente pensando em facilitar o contato com sua clientela, rendeu-se à propaganda da Loja Insinuante de Coité e comprou um telefone celular, em 19 de abril de 2005, por suados cento e setenta e quatro reais. Leigo no assunto, é certo que não fez opção por fabricante. Escolheu pelo mais barato ou, quem sabe até, pelo mais bonitinho: o tal Siemens A52. Uma beleza!

Com certeza foi difícil domar os dedos grossos e calejados de marceneiro com a sensibilidade e recursos do seu Siemens A52, mas o certo é que utilizou o aparelhinho até o mês de junho do corrente ano e, possivelmente, contratou muitos serviços. Uma maravilha!

Para sua surpresa, diferente das boas ferramentas que utiliza em seu ofício, em 21 de junho, o aparelho deixou de funcionar. Que tristeza: seu novo instrumento de trabalho só durou dois meses. E olha que foi adquirido legalmente nas Lojas Insinuante e fabricado pela poderosa Siemens….. Não
é coisa de segunda-mão, não!

Consertado, dias depois não prestou mais… Não se faz mais conserto como antigamente!

Primeiro tentou fazer um acordo, mas não quiseram os contrários, pedindo que o caso fosse ao Juiz de Direito.

Caixinha de papelão na mão, indicando que se tratava de um telefone celular, entrou seu Gregório na sala de audiência e apresentou o aparelho ao Juiz: novinho, novinho e não funciona. De fato, o Juiz observou o aparelho e viu que não tinha um arranhão.

Seu José Gregório, marceneiro que é, fabrica e conserta de tudo que é móvel. A Starcell, assistência técnica especializada e indicada pela Insinuante, para surpresa sua, respondeu que o caso não era com ela e que se tratava de “placa oxidada na região do teclado, próximo ao conector de carga e microprocessador” . Seu Gregório: o que é isto? Quem garante? O próprio que diz o defeito, diz que não tem conserto….

Para aumentar sua angústia, a Siemens disse que seu caso não tinha solução neste Juizado por motivo da “incompetência material absoluta do Juizado Especial Cível - Necessidade de prova técnica.” Seu Gregório: o que é isto? Ou o telefone funciona ou não funciona! Basta apertar o botão de ligar. Não
acendeu, não funciona. Prá que prova técnica melhor?

Disse mais a Siemens: “o vício causado por oxidação decorre do mau uso do produto”. Seu Gregório: ora, o telefone é novinho e foi usado apenas para falar.

Para outros usos, tenho outras ferramentas. Como pode um telefone comprado na Insinuante
apresentar defeito sem solução depois de dois meses de uso? Certamente não foi usado material de primeira. Um artesão sabe bem disso.

O que também não pode entender um marceneiro é como pode a Siemens contratar um escritório de advocacia de São Paulo, por pouco dinheiro não foi, para dizer ao Juiz do Juizado de Coité, no interior da Bahia, que não vai pagar um telefone que custou cento e setenta e quatro reais? É, quem
pode, pode! O advogado gastou dez folhas de papel de boa qualidade para que o Juiz dissesse que o caso não era do Juizado ou que a culpa não era de seu cliente! Botando tudo na conta, com certeza gastou muito mais que cento e setenta e quatro para dizer que não pagava cento e setenta e quatro reais! Que absurdo!

A loja Insinuante, uma das maiores e mais famosas da Bahia, também apresentou escrito de advogado, gastando sete folhas de papel, dizendo que o caso não era com ela por motivo de “legitimatio ad causam”, também por motivo do “vício redibitório e da ultrapassagem do lapso temporal de 30 dias” e que o pobre do seu Gregório não fez prova e então “allegatio et non probatio quasi non allegatio”.

E agora seu Gregório? Doutor Juiz, disse Seu Gregório, a minha prova é o telefone que passo às suas mãos! Comprei, paguei, usei poucos dias, está novinho e não funciona mais! Pode ligar o aparelho que não acende nada! Aliás, Doutor, não quero mais saber de telefone celular, quero apenas meu dinheiro de volta e pronto!

Diz a Lei que no Juizado não precisa advogado para causas como esta. Não entende seu Gregório porque tanta confusão e tanto palavreado difícil por causa de um celular de cento e setenta e quatro reais, se às vezes a própria Insinuante faz propaganda do tipo: “leve dois e pague um!” Não se importou muito seu Gregório com a situação: um marceneiro não dá valor ao que não entende! Se não teve solução na amizade, Justiça é para isso mesmo!

Está certo Seu Gregório: O Juizado Especial Cível serve exatamente para resolver problemas como o seu. Não é o caso de prova técnica: o telefone foi apresentado ainda na caixa, sem um pequeno arranhão e não funciona. Isto é o bastante!

Também não pode dizer que Seu Gregório não tomou a providência correta, pois procurou a loja e
encaminhou o telefone à assistência técnica. Alegou e provou!

Além de tudo, não fizeram prova de que o telefone funciona ou de que Seu Gregório tivesse usado o aparelho como ferramenta de sua marcenaria. Se é feito para falar, tem que falar!

Pois é Seu Gregório, o senhor tem razão e a Justiça vai mandar, como de fato está mandando, a Loja Insinuante lhe devolver o dinheiro com juros legais e correção monetária, pois não cumpriu com sua obrigação de bom vendedor.

Também, Seu Gregório, para que o Senhor não se desanime com as facilidades dos tempos modernos, continue falando com seus clientes e porque sofreu tantos dissabores com seu celular, a Justiça vai mandar, como de fato está mandando, que a fábrica Siemens lhe entregue, no prazo de 10 dias, outro
aparelho igualzinho ao seu. Novo e funcionando! Se não cumprirem com a ordem do Juiz, vão pagar uma multa de cem reais por dia!

Por fim, Seu Gregório, a Justiça vai dizer à assistência técnica, como de fato está dizendo, que seu papel é consertar com competência os aparelhos que apresentarem defeito e que, por enquanto, não lhe deve nada.

À Justiça ninguém vai pagar nada. Sua obrigação é fazer Justiça!

A Secretaria vai mandar uma cópia para todos.

Como não temos Jornal próprio para publicar, mande pelo correio ou porOficial de Justiça.

Se alguém não ficou satisfeito e quiser recorrer, fique ciente que agora a Justiça vai cobrar.

Depois de tudo cumprido, pode a Secretaria guardar bem guardado o processo!

Por último, Seu Gregório, os Doutores advogados vão dizer que o Juiz decidiu “extra petita”, quer dizer, mais do que o Senhor pediu e também que a decisão não preenche os requisitos legais. Não se incomode. Na verdade, para ser mais justa, deveria também condenar na indenização pelo dano moral, quer dizer, a vergonha que o senhor sentiu, e no lucro cessante,
quer dizer, pagar o que o Senhor deixou de ganhar.

No mais, é uma sentença para ser lida e entendida por um marceneiro.

Conceição do Coité, Bahia, 21 de setembro de 2005 Gerivaldo Alves Neiva, Juiz de Direito

E começa o PAN 2007 no Rio.

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 13:13

Dizem que a principal modalidade por lá vai ser a de tiro ao alvo…
MascotePAN

10 de Julho de 2007

A divina comédia

Arquivado sob: Bobagem, Produto, Curiosidades — Paul @ 00:25

From: Ovelha Elétrica Blog

A Sony distribuiu falsos livros com falsas mãos para estudantes italianos. O objetivo é disfarçar a jogatina no PSP enquanto todos pensam que você lê uma obra importante. Achei ótima essa campanha publicitária.

Enquanto isto no aeroporto…

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 00:21

Santos Dumont painel - Santos Dumont painel

5 de Julho de 2007

Brazil gets cut-price Aids drug

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 00:00
 
 

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via BBC News | News Front Page | World Edition on Jul 05, 2007



Brazil accepts an offer from Abbott Laboratories to cut the price of an anti-Aids drug by 30%.

 
 

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Revista mostra 5 idéias para revolucionar a computação

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 00:00
 
 

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via Terra - RSS - Tecnologia on Jul 04, 2007



A revista americana PC Magazine selecionou em um artigo cinco novas tecnologias …

 
 

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How Behavioral Anomalies Affect Your Strategy

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 00:00
 
 

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via Businesspundit on Jul 02, 2007


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I recently read an excellent paper called “Incorporating Behavioral Anomalies in Strategic Models.” The paper explores the idea that if our strategic models are based on assumptions of rational behavior, and behavioral economics has shown that rationality cannot always be assumed, what does that mean for strategy? Here is an excerpt from the paper.

In many decision-making situations, decision makers begin with a set of beliefs and subsequently gather additional information to update their prior beliefs before making decisions. Confirmatory bias is the tendency of decision makers to favor their prior beliefs (or working hypotheses) much more than normative models would dictate. Most of the traditional models in marketing, statistics and economics model the decision makers as engaging in optimal data collection and employing Bayes' Rule to update the prior beliefs in the light of new data. For example, in models of search (e.g. Weitzman, 1979), consumers use Bayes' rule to revise their priors about other stores' prices after finding the price at a store, and then decide whether to search further.

However, a large literature in psychology has accumulated a substantial body of evidence
that decision-makers tend to overweigh their prior beliefs or existing hypotheses.

The paper suggests some directions for future research. I've said before that I think b-schools will someday have a basic course in neuroscience as part of the curriculum. Until that happens, think about it this way… worry less about the details of economic theory and more about the real behavior you can observe through experimentation in different areas of your business.

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Why Startups Often Beat The Big Boys

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 00:00
 
 

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via Businesspundit on Jun 29, 2007


test_woman_young-old.JPG

You may have seen this picture before. Some see an old woman. Others see a young woman. Psychologists know that they can prime you to see the picture a certain way.

Men willingly believe what they wish. - Julius Caesar.

Companies fall from power. It wasn't long ago that people thought WalMart was going to rule the world. Not long before that, it was Microsoft. These days, everyone is worried about the power of Google. I'm not, because big companies, even great companies. eventually face stiff competition from newcomers, who either oust them, or at least keep them in check.

There are many reasons big companies fail, but the one I want to focus on is selective perception. One of the classic studies in the field of psychology showed fake playing cards to users to see how they responded (a red 5 of spades, for example). Here is what the authors conclude.

Our major conclusion is simply a reaffirmation of the general statement that perceptual organization is powerfully determined by expectations built upon past commerce with the environment. When such expectations are violated by the environment, the perceiver's behavior can be described as resistance to the recognition of the unexpected or incongruous.

Other studies on selective perception and alcohol have shown that expectations are more important than chemistry in determining anxiety levels, and that sports fan honestly don't see many of the infractions committed by their favorite team during a game.

This perception bias can be just as dangerous in the marketplace. Sometimes customer demand changes slowly over time, and companies adapt well. Other times, the change is very incongruous, and in these situations, companies often miss the change. They see what they want to see. They interpret the data in ways that reinforce their existing ideas about the marketplace. That's when startups can step in and capture lots of new customers.

Andy Grove was right when he said that only the paranoid survive. It pays to be paranoid because one of the best ways to guard against selective perception is to worry that it's happening to you, and that your competitors understand something you don't about the market.

If you are the market leader, and want to stay in that position, the best thing you can ask yourself about your market research is what would it take to prove this is wrong? By seeking disconfirming evidence, you will start to free your mind from the man-with-hammer-sees-every-problem-as-a-nail syndrome. If you are a startup, look for a market that is going through changes that the market leaders don't recognize due to their selective perception.

If you want a real world example, look at the new search results page of Ask.com. Both Businessweek and The Wall Street Journal wrote this week about how Ask's search results are displayed better than Google's. Is it the beginning of a change? Does Google have selective perception? Are they too focused on expanding into other forms of advertising instead of improving the user experience of their core product? It's not something I follow closely, but I can tell you that I use Google less than half the time for my searches.

Many pundits will say it is the job of the leader to set the corporate vision. I will add to that and say that a leader must also make sure the vision doesn't become tunnel-vision. Keep your guard up, and don't be afraid to relentlessly question your preconceived notions.

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