11 de Março de 2010

Desabafo de um pai que teve seu filho assassinado pela Dilma Rousseff

“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.”
(Edmund Burke)

Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Fazia parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, organizado pelo Padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, juntamente com mais de 30 jovens.

O símbolo do grupo, ironicamente idealizado por Mário, era uma rosa e um violão.Por ser muito prestativo e preocupado em ajudar as pessoas, principalmente crianças e necessitados, foi apelidado de Kuka, pelos demais participantes do grupo.

Mário estava com 19 anos e prestava o serviço militar. Estava incorporado na 5ª Cia. de Fuzileiros do 2º Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares, em Quitaúna.

Na madrugada de 26 de junho de 1968 estava no quartel, em serviço, quando ouviu um tiro, disparado pelo soldado Rufino, que fazia a guarda externa do quartel. Saiu para ver o que se passava e foi informado pelo soldado Rufino que o tiro foi para cima, para advertir um automóvel que, em alta velocidade, rompeu a barreira da área proibida ao tráfego de veículos. O motorista do automóvel deve ter se assustado e colidiu com um poste. Mário, preocupado em ajudar possíveis feridos, foi até o mesmo. Ao se aproximar do automóvel acidentado, um outro automóvel passa pelo local e seus ocupantes lançam sobre o automóvel acidentado uma bomba de grande poder destrutivo.

Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo foram lançados em todas as direções.

Um dos ocupantes do segundo automóvel era Dilma Rousseff.

Não consigo entender como é possível uma assassina permanecer solta e ainda chega aonde essa mulher chegou. Dilma e outros criminosos e assassinos, que deveriam estar nas penitenciárias, relaxam e gozam sem quaisquer preocupações, enquanto os ladrões de galinhas sofrem severas penalidades

.Agora, a exemplo do que fizeram com Lula, os marqueteiros vão tentar vender a imagem de paz e amor dessa assassina.

http://bahiapress.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/dilmadedo.jpg  Ainda assim, enquanto eu viver, não me calarei, até que todos saibam.

Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel

9 de Março de 2010

A neuroquímica da paixão

Arquivado sob: Texto, Reportagem, geek — Paul @ 01:47

Fonte:Blog Novo Tempo
Autor: Cesar Vasconcellos de Souza

Diferentes hipóteses científicas sugerem o que ocorre no cérebro da pessoa quando se apaixona por outra. A neuroquímica do amor provoca comportamentos irracionais como os dos apaixonados que fazem loucuras em nome da paixão. Estes agentes neuroquímicos agem de forma semelhante ao que ocorre quando a pessoa está sob o efeito de drogas como a cocaína. Depois passa, pode vir outro estágio melhor, maduro, ou não.

Cientistas verificaram que a dopamina, oxitocina, vasopressina e a feniletilamina (PEA) são substâncias envolvidas na química da paixão. Helen Fisher, pesquisadora da Rutgers University publicou um livro em 2004 chamado “Why We Love: The Nature and Chemistry of Romantic Love” (“Por que Nós Amamos: A Natureza e a Química do Amor Romântico”), no qual ela apresenta a teoria de que a dopamina está elevada na paixão romântica e diminuída na rejeição amorosa. Ela cita referências de estudos realizados com pessoas e animais, e mostra que há um paralelo muito forte entre comportamentos, sentimentos e substâncias químicas ligadas ao amor romântico e àqueles associados à dependência de drogas. Assim como o alcoólico, por exemplo, se sente compelido a beber, a pessoa apaixonada chora dizendo que irá morrer sem seu (a) amado (a).

Como é que pessoas adultas, inteligentes ficam presas a paixões irracionais? Esta química complexa no cérebro explica em parte isso. Mas há algo mais profundo. Evidências de estudos mostram que quando os relacionamentos se aprofundam, a paixão diminui. O efeito da droga passa, e a realidade do amor maduro pode surgir.

Andréas Bartels e Semir Zeki da University College, em Londres, no ano 2000 localizaram uma área no cérebro que é ativada pelo amor romântico. Eles examinaram estudantes que disseram estar muito apaixonados, fizeram ressonância magnética de seus cérebros, localizando uma pequena área muito ativada, diferente da que era ativada quando há só amizade normal. Viram, também, que esta área era diferente da ativada quando a pessoa sente outras emoções, como medo e raiva.

As regiões do cérebro ativadas pelo amor romântico são também responsáveis pela euforia induzida por drogas como a cocaína. O cérebro das pessoas apaixonadas, o estudo mostrou, não parece com o das pessoas experimentando sentimentos fortes, mas como o das que cheiram cocaína. A conclusão dos cientistas é que a paixão usa mecanismos do sistema nervoso que são ativados durante o processo de formar uma dependência química (adicção). Daí o Dr.Larry Young, pesquisador na área de ligações sociais na Emory University, em Atlanta, na Geórgia, falando das pessoas apaixonadas, disse: “Nós estamos literalmente adictos (drogados) ao amor.”

Helen Fisher sugere que o amor, sob o ponto de vista neurobioquímico, ocorre em três “sabores”: sensual, romântico e de longo relacionamento. Há uma sobreposição neles, mas estes existem separadamente segundo os sistemas emocionais, motivacionais e neuroquímicos.

O primeiro, claro, envolve uma fissura por sexo, e Jim Pfaus, psicólogo da Concórdia University em Montreal, diz que ocorre algo semelhante ao estado induzido pela ingestão de opiáceos. Aumenta o nível de serotonina, oxitocina, vasopressina e opiáceos endógenos (fabricados naturalmente pelo corpo e equivalentes à heroína). Estes químicos servem para relaxar o corpo, produzir prazer e saciedade.

Em seguida, vem a atração romântica, a paixão ou “amor obsessivo”. Parece ser uma evolução da atração sensual que focaliza em uma pessoa específica. É um estado caracterizado por sentimentos de estimulação e intrusão, além de pensamentos obsessivos para com o objeto da paixão. Alguns autores sugerem que este é um estado mental que compartilha características neuroquímicas semelhantes às que ocorrem na fase eufórica ou maníaca da Desordem Afetiva Bipolar. Dra. Fisher sugere que parece com algo do Transtorno Obsessivo-Compulsivo.

Os estudos mostraram que a paixão, por ser instável, não é uma boa base para educar ou criar filhos. Mas, sim, o final estágio que pode vir após a atração sensual e a paixão, o terceiro tipo estudado pela Dra. Fisher, o amor de longo relacionamento, que permite aos pais poderem fazer um bom trabalho na criação dos filhos. Este estado, segundo ela, é caracterizado por sentimentos de calma, segurança, conforto social e união emocional.

Quando alguém é movido pela paixão pode fazer muita besteira: destruir vidas, envolver-se em situações de adultério, às vezes, complicados, romper com sua família, tudo em nome de uma química disparada por decisões pessoais complexas que não tira da pessoa apaixonada a capacidade de escolher e tomar uma decisão racional. Nesse caso, de histórias tristes motivadas pela sensação do amor romântico, com rompimentos de relacionamentos familiares, a paixão é também uma droga.

Há uma diferença entre paixão e atração. Quando uma pessoa se sente atraída por outra, num primeiro momento ela sente que algo tocou em suas emoções ao observar aquele indivíduo. Surge uma atração. Dependendo do que ela fará com a primeira atração, poderá surgir ou não a paixão. Um primeiro olhar, a tentação, não é o problema principal. Tudo depende do que a pessoa fará em seguida em sua mente e, depois, no contato social.

Fábia (nome fictício) não se sentia amada por seu marido há muito tempo. Sendo uma pessoa fechada, ela não abria isso para ele. Em parte cria que as coisas poderiam ser resolvidas com o tempo, ou com poucas e não específicas reclamações. Nada mudou. Em seu trabalho havia um colega que ao elogiá-la, despertou pouco a pouco um sentimento de apreciação que ela tanto esperava do marido. Fábia tinha muita dificuldade de abrir o coração, e com isso seu marido não “adivinhava” o que ela precisava. O tempo passou e ela se sentiu fortemente atraída pelo colega do trabalho. A paixão tomou conta de sua mente e ela deixou seguir livremente em seus pensamentos.

Sentir falta de carinho, valorização, companhia, diálogo no casamento não é justificativa para a infidelidade. Explica, mas não justifica. Fábia traiu seu marido em termos afetivos. A carência que ela já havia trazido para dentro do casamento, mais a falta de manifestação de afeto por parte do marido, e os elogios do colega de trabalho foram suficientes para ela se apaixonar por ele e ficar fria e ríspida com o marido.

Um ano e pouco depois desse “namoro” extraconjugal, algo começou a acontecer com Fábia e o colega. Surgiram problemas entre eles. Ela começou a ver que ele também tinha algumas dificuldades. E rompeu. Seu marido ficou sabendo da situação e abalou-se muito. Receberam ajuda com aconselhamento matrimonial, e agora estão bem melhor no casamento com perspectivas de bom amadurecimento como casal.

A atração vira paixão quando a pessoa se deixa levar pela emoção, quando nutre o sentimento, quando não coloca nenhuma barreira para ele em sua mente. Daí fica difícil romper e administrar esse afeto tão forte, que pode virar uma obsessão.

Uma pessoa casada pode ter um primeiro olhar de atração, mas pode ficar só nele e nada mais. Ou pode ir adiante, se ela alimentar o pensamento e o sentimento em seu coração. Há uma diferença entre ser tentado e cair em tentação. A paixão ocorre quando a pessoa já se deixou levar pela imaginação, nutriu sentimentos para com a outra pessoa, então fica presa.

A razão é uma função executiva da mente humana e deve ser usada para auxiliar na administração dos sentimentos. Forte e madura é a pessoa que aprendeu a lidar com suas emoções de uma maneira que pode ter os sentimentos, mas que não deixa que eles a tenham.


3 de Março de 2010

Etiqueta na Hora do Sexo

Arquivado sob: Sem Categoria — Paul @ 16:14

Dicas da Glorinha Kalil


Para as Mulheres:

© Nunca, em hipótese nenhuma, use calcinha furada.

© No dia em que você sair com aquela calcinha mais fuleira, pode ter certeza que vai ser o dia

que você vai tirar o pé-da-lama!

© Não faça performances que você não sabe. Tentar coisas novas é bom, mas transar em cima do

lustre não fica legal.

© Depile-se. Se vira… Ande com gilete na bolsa… Fique a melhor amiga da depiladora…

e mantenha as partes em ordem.

© Não fale : “- Tira a mão daí!!” Se você está na chuva, se molhe.

© Homem não gosta de transar de luz apagada.

© O cara quer virar e dormir? Qual o problema? Vire e durma primeiro que você vai ver só a

repercussão que isso causa na mente alheia.

© Cuidado. Gemer é uma coisa. Mugir, latir é outra.


Para os Homens:

© Se já inventaram o gel lubrificante , use-o. Nada de tentar comer a bundinha da sua namorada

à seco ou com os derivados do leite… Como por exemplo: requeijão, yogurt, sorvete, Leite de Aveia

Davene, ou qualquer outra coisa. Tem KY pra vender na farmácia do lado da tua casa.

© Porque os homens sempre coçam o saco? Parem de coçar e lavem ele. Saco fedido é o ‘ó’.

© Não transe de relógio. Não é nada legal tomar uma relojada na cabeça.

© Os psicólogos sempre dizem que nós somos aquilo que nós acreditamos ser.

Se você tem um pinto pequeno… Você pode achar que ele é grande…

Se você acredita nisso, problema é seu.

Não tente me convencer disso, porque é inútil.

© Uma palmadinha é sempre bom. Porém, tenha noção das paradas.

Um tapinha é diferente de uma pancadaria.

© Acúmulo de ar na perereca é normal. Sem critério é dizer: ‘Amor, sua perereca está peidando!’.

© Tome cuidado com o que vai falar e a hora que isso é dito. Um clima de amor, remember ….

Eu te amo pra lá… Eu te amo pra cá…

E de repente, do nada: ‘Chupa meu pau!’

Isso não é legal.

© Peidou? Ria… Porque vai feder de qualquer jeito


1 de Março de 2010

Jorge Cajuru dá a bunda e faz mais sucesso que Gays em Uganda

Arquivado sob: FromEmail — Paul @ 23:00


YouTube

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22 de Fevereiro de 2010

Assista TV através do seu computador

Arquivado sob: Sem Categoria, Software Legal, Dicas, Vídeos, Software — Paul @ 20:46

há muito tempo tenho um servidor, com o skat, TVUPllayer, PC Satellite, SopCast, Megacubo, etc, com um HD carregado de filmes, ligado em um vídeo link (transmissor VHF) transmitindo para o canal 10 em todas as TV’s da casa. Este servidor está no telhado (forro), conectado com outro IP e controla alguns outros itens (WII, músicas, etc). O lance funciona bastante bem.

O único problema é que os programas que uso para trocar os canais, acessar músicas ou filmes (o “Puppet Master” ou o “Phone Remote Control” - ambos com versão para o symbian, java ou iphone) volte e meia travam e tenho que usar o VNC para trocar o conteúdo.

Embora o boxee abaixo só tenha controle para o iphone, é cheio de recursos e tem uma interface muito boa, além de excelentes recursos de compartilhamento social. Vale a pena dar uma olhada.

Boxee Beta from boxee on Vimeo.


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leonar3Do

Arquivado sob: Notícia, Tecnologia, Software Legal, Dicas, Curiosidades — Paul @ 11:25

Novo sistema que integra reconhecimento e tecnologia 3d com realidade aumentada trás a realidade computacional às mãos dos usuários. Genial!

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Taí a razão para dar no primeiro encontro

Arquivado sob: Bobagem, Vídeos, Piadas — Paul @ 01:09


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18 de Fevereiro de 2010

Petição contra a condenação de gays à pena de morte em Uganda

Arquivado sob: Reportagem, Notícia, FromEmail, Política, Pérolas Políticas — Paul @ 17:12

Fonte:Google Buzz de Myrian Del Vecchio

O parlamento da Uganda está pronto para passar uma lei que permite a condenação e gays a prisão ou pena de morte - Vamos gerar uma resposta global para acabar com esse projeto de lei brutal:

O parlamento da Uganda está se preparando para passar uma nova lei brutal, que punirá gays com sentenças de prisão e até pena de morte.

Críticas internacionais levaram o presidente a pedir uma revisão da lei, mas após forte lobby por extremistas, a lei parece estar pronta para votação — ameaçando gerar perseguição e derramamento de sangue.

Oposição à lei está crescendo, inclusive da Igreja Anglicana. O ativista de direitos gays na Uganda, Frank Mugisha, diz que “Esta lei nos colocará em grande perigo. Por favor, assine a petição e diga a outros para se juntarem a nós. Caso haja uma grande resposta global, nosso governo verá que a Uganda será isolada no cenário internacional, e não passará a lei”.

É esperado que uma decisão seja tomada nos próximos dias, e só uma onda de pressão global será suficiente para salvar Frank e muitos outros. A petição global para impedir a lei de morte para gays já ultrapassou 340.000 assinaturas em menos de uma semana, clique abaixo para assinar e depois divulgue:

http://www.avaaz.org/po/uganda_rights_3/?vl

Essa petição será entregue esta semana ao Presidente Museveni e o parlamento da Uganda até o final desta semana por líderes da sociedade civil e religiosos. O governo já desautorizou uma marcha por extremistas anti-gay esta semana portanto isto mostra que a pressão internacional está funcionando!

A lei propões prisão perpétua para qualquer um acusado de ter uma relação com alguém do mesmo sexo, e pena de morte para quem cometer esse “crime” mais de uma vez. ONGs que trabalham para impedir maior contaminação por HIV podem ser condenadas a até 7 anos de prisão por “promover homossexualidade”. Outras pessoas podem ser condenadas a até 3 anos de prisão por deixarem de avisar as autoridades da existência de atividades homossexuais dentro de 24 horas!

Quem apoia o projeto de lei diz defender a cultura nacional, mas uma das maiores oposições vem de dentr do próprio país. O Reverendo Canon Gideon Byamugisha é um dos muitos que nos escreveram - ele disse que essa lei:

“Está violando a nossa cultura, tradição e valores religiosos que não apoiam intolerância, injustiça, ódio e violência. Nós precisamos de leis para proteger as pessoas, não para perseguí-las, humilhá-las, ridicularizá-las e matá-las em massa.”

Ao rejeitar essa perigosa lei e apoiar a oposição nós podemos ajudar a criar um precedente crucial. Vamos ajudar a criar um apoio em massa aos defensores de direitos humanos na Uganda, e salvar a vida de muitos ao impedir que essa lei passe — assine agora e avisa seus amigos e familiares:

http://www.avaaz.org/po/uganda_rights_3/?vl


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Não caiam na farsa da OI TV

Arquivado sob: Catarse, Texto, Fornecedires de Merda — Paul @ 13:46

A OI fez o primeiro contato, e ofereceu o serviço, no valor de 49,90 mensal. Garantiram que não haveria cobrança pela instalação e marcaram a data (que, obviamente, não foi respeitada)

 

Algum tempo depois apareceram dois técnicos, que se bateram a beça e acabaram indo embora sem concluir o serviço (embora tivéssemos inclusive a planta elétrica e de fios da casa em mãos). Prometeram voltar sem falta no outro dia.

 

No outro dia, pela manhã, um dos técnicos apareceu… Mas apenas para pegar a prancheta que havia esquecido. Segundo ele, a “equipe” de instalação estava vindo atrás. Afirmou que: -só haviam parado para abastecer o carro, mas já estão chegando.” Foi embora com a prancheta embaixo do braço, e nunca mais deu notícias. A “estória” da equipe que estava chegando era apenas uma mentira… Uma picaretagem para ir embora sem qualquer outra explicação.

 

Uma semana depois apareceu outro instalador, que não sabia nada dos dois primeiros. Segundo fiquei sabendo, alguns destes “técnicos” fazem diversas visitas, e só executam e anotam as extremamente fáceis. As outras, simplesmente deixam de lado; O objetivo: Preencher o maior número de visitas no relatório, cumprindo a cota e aumentando os rendimentos, em detrimento do cliente… A boa e velha “cultura corporativa”.

 

O segundo técnico, embora com boa vontade, não tinha equipamentos e material para as instalações (sequer conectores de parede, ou um testador digital de cabo). Ficou horas para conseguir instalar a antena sozinho, e no final (quase a noite) não conseguia passar o fio da antena para sala de televisão. Sugeriu instalar no terraço (primeiro quarto, que nunca é utilizado),  para que eu depois solicitasse a mudança de ponto diretamente para OI. Garantiu que nenhuma taxa adicional seria cobrada (apenas se fosse feita a solicitação na primeira semana após a instalação). Aceitei.

 

alguns dias depois liguei para OI, para solicitar a mudança. Após uns 20 minutos, consegui falar com a atendente, que informou que haveria uma taxa adicional de R$80,00 pela mudança de ponto (não sem tentar passar aquela velha história de que APENAS a assinante poderia pedir a mudança de ponto). Reclamei, pois tal taxa (adicional) não havia sido informada pela OI, no primeiro contato, ou pelo tecnico, na instalação. A ligação caíu.

 

Liguei e e expliquei tudo novamente (+ 20 minutos), fui transferido (+10 minutos) e finalmente falei com a atendente Gislaine (+ 50 minutos (!!!), que anotou a reclamação e a quem solicitei a mudança de ponto (marcada para quarta-feira (dia 10/02/2010) pela manhã.  Protocolo de atendimento: 201040557868

 

O “Serviço de Atendimento ao Cliente” ligou várias vezes, e em todas informou que o “tecnico” estava vindo. O prazo final seria 5a-feira, depois do carnaval, pela manhã (hoje).  Tentei ligar pela manhã, sem sucesso… Ligo novamente as 13:06pm. Caio na URA. As 13:18 consigo falar com a atendente. Luciana. Explico a situação. A atendente escuta tudo, e no final diz que vai transferir a ligação. Depois de 5 minutos, cai a ligação.As 13:26 consigo ligação. Protocolo 201040671044. A atendente- Aridiane - informa que terá equipe disponível no sábado. Pergunto da que fora prometida pra hoje; A atendente não soube informar e disse que a empreiteira simplesmente cancelou a data (??) e não me informou (para que informar o palhaço que está aguardando o atendimento, não?) Peço que cancelem o contrato,  em razão do péssimo atendimento (observem que a primeira fatura já veio e o serviço nunca foi utilizado (está instalado no quarto de hóspedes)). A atendente informa que o cancelamento irá custar R$220,27 (!!)  Peço o nome da supervisora (Ana Carolina), mas a atendente informa que ela não irá (!!) entrar em contato.

 

Aguardando cenas do próximo capítulo

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17 de Fevereiro de 2010

A teoria motivacional do divertido

Arquivado sob: Texto, Dicas, Curiosidades — Paul @ 20:00

Há uns 260 anos o escocês, iluminista, filósofo e (porém) economista Adam Smith teve um insight genial, que resumiu e imortalizou na frase “não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu”auto-interesse“. Defendia o Liberalismo Econômico, onde a iniciativa privada deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental.

Bem, o “laissez faire, laissez passer” nasceu, cresceu e modificou-se (como preconizado desde o começo do século por Keynes, entre outros). Atualmente a ingerência do Estado ultrapassa a esfera econômica, bem como a de guardião do Estado-de-Direito. Admoesta ao direcionamento coletivo da atenção e ao exercício de uma espécie de “cidadania ecologica universal”. O indivíduo deve prestar atenção ao que chamam de “consciência mundial” (cuidando-se mais, prestando atenção ao meio-ambiente, reciclando, etc).

Neste ponto é importante relembrar a relação entre consciência e atenção:

“… a atenção é o estado intermediário entre consciência e ação, e ocorre quando determinado estímulo atinge determinados níveis de significado ao indivíduo”.

(por exemplo: Vc está na sala, consciente do ambiente que o cerca; em determinado momento a porta bate com o vento. O estímulo (sonoro) atinge níveis de significado em seu cerebro, direciona sua atenção para a origem do som e a ação de virar a cabeça é quase imediata) - Vd. A Economia da Atenção - Thomas A Davenport.


Dentro deste conceito sobre atenção é fácil compreender que a possibilidade punitiva é um fator determinante ao comportamento individual. Utilizar o cinto de segurança, não beber ao volante, não cortar arvores em lugares públicos - entre outros - são padrões de comportamento condicionados pela atenção aversiva ( ou seja, cuja motivação advém de evitar-se aquilo que é coletivamente considerado ‘ errado’ , chamando à atenção por meio do castigo).

Ocorre que, cada vez mais, existe uma especialização da natureza humana; Como nas colônias de insetos (abelhas e formigas, por exemplo), o indivíduo está cada vez mais especializado e atuante numa esfera específica (p.ex: não existe mais o clínico geral, mas sim o especialista, mestrado e doutorado na aorta coronária direita) - (ps. não admira que o tempo que um jovem leve para deixar a casa dos pais nos últimos anos tenha aumentado exponencialmente).

Observe-se que o comportamento é afetado na razão direta da evolução social de determinado nicho humano; Desta maneira, a punibilidade, eficaz em comportamentos que afetam o grupo, torna-se deveras intrusiva e inadequada a outras necessidades de condicionamento, que aparecem de maneira sutil ao melhor funcionamento de uma sociedade mais complexa e organizada; A atenção deve ser volitiva, com uma recompensa imediata àquele que assume a iniciativa de determinado comportamento sugerido pela coletividade, em determinado contexto. Estamos entrando no limiar da Teoria Motivacional do Divertido.

Nada ilustra melhor este conceito que as iniciativas públicas do pessoal do www.thefuntheory.com (embora eu tenha a impressão que o pessoal lá ainda não tenha se dado conta de ter estruturado uma nova teoria motivacional relacionada ao estímulo da atenção público condicionada).

Seguem alguns exemplos:

Incentivando a recolher latas de plástico


Incentivando as pessoas a usarem as escadas, economizando energia e fazendo exercícios




Fazendo com que as pessoas utilizem o lixo público

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